[in.ter.action: mutual or reciprocal action or influence.]

This blog will provide information about human rights and freedom of expression, activism, world crises, humanitarian problems, innovative ideas, projects and internships.You will be reading about foundations,sponsorships, donations,petitions,watching documentaries, photography projects.. and any effective actions that are making this world a better place to live.























































































Tuesday, May 15, 2012

Oslo Freedom Forum 2012 [Fórum da Liberdade em Oslo 2012]



I would like to talk about this amazing event that happened last week in Oslo, Norway. The Oslo Freedom Forum 2012 put together social activists, Nobel Prize winners, jornalists, policy makers, among others. Some were born slaves, others were imprisoned and tortured, many are under constant life treat. All want to share their stories, their causes, and ask for a world with freedom of expression, where they can be free from slavery (there are more slaves today than any other time in history, something around 27 million), free from torture (committed by many countries), where people have freedom of association, of a fair trial, among other freedoms (according to the Universal Declaration of Human Rights).

I'm sharing the Forum's opening video, that starts in 5min and 50 sec, where Thor Halvorssen [the organizer] talk a bit about the Forum, then James Fallon explains how does a dictator's mind work, Zoha Phan shares the difficulties faces by Burma, Barbara Demick talks about censorship and the total absence of Human Rights in North Korea, and at last Zhanna Litvina exposes the current situation in Belarus. All talks were recorded and are available HERE.



Watch live streaming video from oslofreedomforum at livestream.com


More Information

Official Site: http://www.oslofreedomforum.com/2012.html
More videos: http://www.livestream.com/oslofreedomforum
Twitter: @OFF2012

Human Rights Foundation [mind behind it]: http://www.humanrightsfoundation.org/
Amnesty International: http://www.amnesty.org/en
Avaaz: http://www.avaaz.org/



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[Tradução: Janayna Velozo]

Gostaria de divulgar este evento incrível que aconteceu semana passada em Oslo, na Noruega. O Forum da Liberdade 2012 reuniu ativistas sociais, ganhadores de prêmios nobel da paz, jornalistas, alguns políticos, entre outros. Alguns nasceram escravos, outros foram presos e torturados, muitos estão sob ameaça de morte ou de prisão (e tortura). Todos querem compartilhar suas estórias, suas causas e pedir por um mundo onde as pessoas tenham liberdade de expressão, onde elas sejam livres da escravidão (existem mais escravos hoje do que em qualquer outro período da história da humanidade), da tortura (cometida por diversos países), onde possuem a liberdade de associação, de serem julgados de forma justa, entre outras exigências (que estão previstas na Declaração Universal dos Direitos Humanos).

Coloco o vídeo de abertura do Forum, que começa em 5minutos e 50segundos, onde Thor Halvorssen (o organizador) fala um pouco sobre o Forum, depois James Fallon explica o funcionamento do cérebro de um ditador, Zoha Phan coloca as dificuldades que Burma enfrenta, Barbara Demick fala sobre a censura e a total ausência de direitos humanos na Coréia do Norte, e por último Zhanna Litvina expõe a situação atual de Bela Rússia. Todas as palestras foram gravadas em vídeo e estão disponíveis AQUI


[Infelizmente os depoimentos estão em inglês, sem legendas em outras línguas. Mas espero poder ajudar o grupo a traduzir as informações e disponibilizar isso pra vocês o quanto antes com legendas em português.]


Mais Informações

Site Oficial do Forum: http://www.oslofreedomforum.com/2012.html
Outros vídeos: http://www.livestream.com/oslofreedomforum
Twitter do Forum: @OFF2012

Fundação de Direitos Humanos [Organizador do Evento]: http://www.humanrightsfoundation.org/
Anistia Internacional: http://www.amnesty.org/en
Avaaz: http://www.avaaz.org/po/

Tuesday, November 15, 2011

Internships at amazing NGOs!!


Have you ever thought about volunteering and doing an internship at the same time?? It can be a great opportunity to help others and learn! Maybe even start a carrier!! Here are some options we selected for you!

Invisible Children:  Invisible Children is an amazing place to work. It's truly unique to work for a company where your motivation comes from a genuine belief in the mission and goals of the organization. They want their staff to be used to the best of their abilities and to live for what they feel they were made to do. The situation in Uganda is treated as an emergency, and our work ethic follows accordingly. Questions can be sent to jobs@invisiblechildren.com
Save the Children: Save the Children welcomes and encourages students, who are interested in helping making a difference in the lives of children in need, to support our work through internships.They have plenty internship opportunities.

United Nations Internships: To be part of the United Nations team as an internee is a great opportunity to put your knowledge in practice with current world problems, as well as getting to know people from different backgrounds and cultures, and also how the UN system works. Here you can check some testimonies from past and current internees.

All internships are UNPAID. Expenses connected with the internship, such as travel costs, travel arrangements, living accommodation, VISA, are the responsibility of the intern or the sponsoring institution. So the best way, in case you don't have the financial means, is to ask for a grants & sponsorships from your university.

Thursday, October 6, 2011

Refugees United

  [Tradução para Português em breve]
"Every day, families are torn apart in their escape from war, persecution or natural disasters. All too often they end up in different parts of the world, afraid, alienated and alone.

Refugees United is a fully independent non-profit organization working to provide refugee families with a global, anonymous and user-driven tracing system to help them reconnect with missing loved ones.
Refugees can register on the Refugees United search site using information such as nicknames, scars, former locations and the like that is recognisable only to family and close friends. No third party is involved in Refugees United, either in the organisation or the running and supervision of the search tool.
"
Refugees United Site

Lost and Found - the story of Refugees United from Refugees United on Vimeo.

Tuesday, September 20, 2011

Obsolescência Programada

[Fonte: o planeta que temos] 
"Baterias que "morrem" com apenas 18 meses de uso, impressoras que bloqueiam ao alcançar um determinado número de impressões, lâmpadas que se fundem ao atingir mil horas… Porque é que será que, apesar dos avanços tecnológicos, os produtos de consumo tendem a durar cada vez menos?  
Filmado na Catalunha, França, Alemanha, EUA e Gana, o documentário "Comprar, descartar, comprar" faz uma viagem através da história de uma prática empresarial que consiste na redução deliberada da vida útil de um produto para incrementar o seu consumo pois, como foi publicado em 1928 numa revista de publicidade dos EUA, "um produto que não se gasta é uma tragédia para os negócios"  
O documentário, dirigido por Cosima Dannoritzer e co-produzido pela TVE espanhola, é o resultado de três anos de pesquisa. Fazendo uso de imagens de arquivo pouco conhecidas, fornece provas documentadas e mostra as desastrosas consequências ambientais  provocadas por esta prática. Apresenta ainda vários exemplos do espírito de resistência que está a crescer entre os consumidores e a análise e opinião de economistas, designers e intelectuais que propõem alternativas para salvar a economia e o ambiente." 
Veja o trailer abaixo:
 
* Documentário indicado por Erica R. Andrade . Valeu Érica!
 

Cultures of Resistance

[Source: Cultures of Resistance]
"Does each gesture really make a difference? Can music and dance be weapons of peace?"
Director Iara Lee embarked on a two-year, five-continent trek to find out. From MALI, where the music of Tuareg resistance rises from the desert, to BURMA, where monks acting in the tradition of Gandhi take on a dictatorship, moving on to BRAZIL, where musicians reach out to slum kids and transform guns into guitars, and ending in PALESTINIAN refugee camps in LEBANON, where photography, music, and film have given a voice to those rarely heard, CULTURES OF RESISTANCE explores how art and creativity can be the ammunition in the battle for peace and justice.
As a celebration of cultural diversity, Cultures of Resistance was filmed in 16 languages: Arabic, Burmese, Dari, English, Farsi, French, Hebrew, Kayapó, Kinyarwanda, Kirundi, Korean, Portuguese, Sinhalese, Spanish, Vietnamese, and Xhosa. 25 countries are featured in the documentary: Afghanistan, Argentina, Brazil, Burma, Colombia, Congo (DRC), Greece, Guatemala, Honduras, Iran, Iraq, Israel, Lebanon, Liberia, Mali, Mexico, Nigeria, Occupied Palestine, Rwanda, Sierra Leone, Sri Lanka, Syria, Uganda, USA, and Vietnam.
Watch the trailer here:

Cultures of Resistance: The Official Trailer from Cultures of Resistance on Vimeo.


Será que cada gesto realmente faz diferença? A música e dança podem ser usadas como armas da paz?

O diretor Iara Lee visitou 5 continentes diferentes numa viagem de dois anos para tentar responder à essas questões. De Mali, onde a música da resistência Tuareg levanta-se do deserto, até Burma, onde monges atuando conforme a tradição de Gandhi criticam uma ditadura, passando pelo Brasil, onde músicos trabalhando com crianças de favela transformam armas em guitarras, terminando nos campos de refugiados Palestinos no Líbano, onde fotografia, música e cinema deram a voz àqueles que raramente são escutados, Cultures of Resistance (Culturas da Resistência, título não oficial) explora como a arte e criatividade podem ser a munição na batalha por paz e justiça.

Como celebração da diversidade cultural, Cultures of Resistance foi filmado em 16 linguas: Árabe, Birmanês, Dari, Inglês, Farsi, Francês, Hebraico, Caiapó, Kinyarwanda, Kirundi, Coreano, Português, Cingalês, Espanhol, Vietnamita e Xhosa. 25 países são retratados no documentário: Afeganistão, Argentina, Brasil, Burma, Colômbia, Congo (RDC), Estados Unidos da Améria, Grécia, Guatemala, Honduras, Irã, Iraque, Israel, Líbano, Libéria, Mali, México, Nigérica, Palestina Occupada, Ruanda, Serra Leoa, Sri Lanka, Síria, Uganda e Vietnã.

Assista ao trailer acima!

Death Sentences

[Tradução para português em breve!]
[Souce: International Amnesty]

Death Sentences have been handed down in the world for acts such as fraud, sorcery, apostasy, drug-related offences or sexual relations between consenting adults, homossexuality... which fall far short of the legal threshold of ‘most serious’ crimes. China carries out far more executions than all of the rest of the world combined, and is notable as the only country in the world that regularly executes thousands of people every year. In 2010, China legally killed 2000 people, but the much bigger number cannot be confirmed due to executions that often go unreported and are carried out in secret. Iran is second in the number of executions it carries out - regularly killing hundreds every year (many in public). In 2010, Iran legally killed 252 people, being one under age when the crime was commited. Currently the death penalty can be given for HOMOSSEXUALITY, among many others. In 2010, Bangladesh, India, Pakistan, Uganda and the United States all proposed legislation to expand the scope of its use. Meanwhile, Gambia, Guatemala, Nigeria and Trinidad and Tobago threatened to resume executions.

If you want to be part of the change, take a lot at the ways you can help!! >> http://www.amnesty.org.au/get-involved/

Sunday, July 17, 2011

Human Slavery

[Tradução para português em breve]
 
There are an estimated 27 million people enslaved by violence and held against their wills for the purposes of exploitation in the world today. These are human beings... each one of them, forced into bonded labor, trafficking, forced labor, commercial sexual exploitation of children, early and forced marriage, child labor and/or ‘chattel’ slavery (traditional slavery). Through this Interactive Map you can take a look at slavery as it is today around the world.

Be part of this fight with us!!! Help to end human slavery!

There are sereval ways of helping and taking action!! Take a look at the possibilities!

Anti-Slavery International (ASI) ASI is the oldest human rights organization in world, sister organization to Free the Slaves, based in England.

Child Labor Coalition (CLC) The CLC is a network of organizations around the United States that work to end child labor.

Child Rights Information Network (CRIN) CRIN is a global network of children’s rights orga- nizations striving to improve the lives of children by exchanging information about child rights, promoting the UN Convention on the Rights of the Child, and developing capacity building and networking tools.

Coalition to Abolish Slavery and Trafficking (CAST) CAST provides social services and human rights advo- cacy to victims of trafficking and slavery.

Education to Combat Abusive Child Labor (ECACL) ECACL provides technical, managment and program support for the US Agency for International Develop- ment. Its web site has a comprehensive database on child labor.

Free the Children
Set up by Canadian schoolchildren, Free the Children is dedicated to eliminating the exploitation of children around the world by encouraging youth to volunteer in, as well as to create, programs and activities that relieve the plight of underpriveleged children. It is an organiza- tion run by children for children.

Global March Against Child Labor
The Global March fights child labor through raising awareness and coordinating the efforts of their partners around the world.

Maiti Nepal 
Maiti's focus has always been on prevention of girl trafficking, a burning issue for Nepal. Rescuing girls forced into prostitution and helping to find economic alternatives have been our key struggle. Rehabilitation, although not literally possible especially with former prostitutes, is one major challenge we have accepted in our work.

Sunday, May 22, 2011

Teu Futuro Guardião

[Escrito por Yuri Torres]

Todas as pessoas brasileiras maiores de 21 anos tem o direito à adoção, independente de seu estado civil (art. 42, ECA). Cabe destacar que a diferença de idade entre o adotante e o adotado há de ser, pelo menos, de dezesseis anos. Hipótese onde os relatórios social o psicológico comprovam condições morais e materiais de um requerente solteiro para assumir esta responsabilidade é cada vez maior e bem aceita, pelo menos no meio jurídico. Nesse processo é necessário confimar a disposição e viabilidade de um adotante de criar e educar uma criança sozinho.

Convencer o mundo de que você quer ser responsável por outro ser não é tarefa fácil. Tomar a decisão de se comprometer com uma criatura indefesa para o resto de sua vida também não soa menos difícil. É ter determinação e ousadia. Transpor barreiras, preconceitos e ir de encontro àquilo que acredita ser capaz, é a maior demonstração de aptidão de um candidato a paternidade voluntária.

Quando decidi ter você nos meus braços e na minha vida, tive que enfrentar uma resistência do mundo que dizia que não valia a pena tanto esforço para realização de um capricho pessoal. Não entendiam que dentro de mim não existia nenhum capricho e já gestava essa vontade de amar você há anos e só esperava aquele momento exato que sabia que existiria e que você viria aos meus braços.

O Cadastro Nacional de Adoção, vigente desde 2008, unificou todo o processo a nível nacional, permitindo o intercruzamento de dados de adotantes e adotados, agilizando o processo de triagem de perfis. Nesse cadastro perfis de qualquer tipo ficam em igualdade de preferência no processo e disponíveis para consulta em qualquer comarca. Quando uma criança é disponibilizada para um processo legal de adoção, potenciais adotantes são imediatamente contactados e questionados sobre seu interesse.

Nunca digo que te escolhi mas sim você a mim. Não pude resistir aquela mirada suplicante de amor atrás do vidro, aquela carga de confiança em mim depositada por seus olhos dizendo “se eu te sorrio você sorrirá para o resto das nossas vidas”. Não tinha tudo preparado para a sua chegada e nem imaginava que nos encontraríamos tão rápido. Felizmente aquela resistência do mundo se transformou em uma grande corrente de apoio e construimos todos o sonho de estar juntos. Estar contigo surpreendentemente se transformou em um projeto coletivo que eu muitas vezes dispensava para estarmos a sós, escutando as batidas dos nossos corações e nos vendo transparentes através de nossas pupilas.

Casos de adoção de solteiros sempre foram permitidos pela nova legislação, mas sempre encontravam empecílios na sociedade e nas empresas. Homens e mulheres foram aos poucos quebrando essas barrerias morais e jurídicas para terem os mesmo direitos e benefícios de pais biológicos, e abrindo precendentes para que mais pessoas com esse perfil pudessem passar por esse processo de uma maneira menos penosa. A licença-adotante,antes somente concedidas a pais biológicos, foi uma dentre as brechas encontradas para que pais solteiros pudessem finalmente ter igualdade de tratamento e garantias trabalhistas equivalentes.

A cada noite em claro,a cada fralda trocada, a cada choro repentino de fome ou medo ou ansias, estava a teu lado e nunca mais te sentirias abandonado meu filho. Nos abraçávamos e sentíamos seguros. Tínhamos o mundo diante de nós e precisávamos ser valentes para enfrentá-lo de peito aberto e orgulho de sermos uma família diferente.

No país, segundo estimativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os homens solteiros representam cerca de 1% do total de interessados na adoção. O restante são majoritariamente casais e mulheres solteiras. Essa pequena porção de futuras famílias monoparentais liderada por homens de todas as idades dispostos a criar um lar de amor e afeto ainda tem pouca representatividade e aceitabilidade, mas muito a ensinar à sociedade sobre seus antigos modelos, regras, conceitos e costumes de paternidade.

Não é fácil para um desfazer de toda sua liberdade e centrar todas as suas atenções nesse pequeno ser que agora carrega o seu nome. Não foi fácil dividi-lo com meu trabalho e minhas imensas responsabilidades. Nada convencia mais meus esforços do que cuidar de ti e me ver feliz o fazendo.

Aprender a ter disciplina com outro, comprometer-se com horários, tarefas, dias e noites, amor, responsabilidades. Estar alí para tudo e sempre, doar de si sempre e em tudo. Compreender que se firmou um contrato fácil de ser cumprido, de longo prazo e sem cláusulas penosas.

Hoje, sei que quando nos olhamos nos olhos somos cúmplices e aí não cabe nenhuma palavra. Sei que tenho a ti e tens a mim nesse mundo e esse pacto funciona. Entre nós não cabe mentira e só a verdade nos uniu. Sou teu pai, sou teu amigo e juntos nossa família funciona. Somos únicos e necessitamos de nossos comandos diferentes, agarrando nessas variáveis imprescindíveis dessa relação de amor que sentimos. Aprendi a ser pai contigo e sinto que cada dia mais podes sentir que és meu filho.

Tuesday, April 5, 2011

Rainbow Town [Cidade Arco-Íris]

[Source: Rainbowtown]

As war raged, she had to make a choice; to protect the orphaned children forced into her life or abandon them and go in search of her own family. Her name is Ma Feeta and today, she lives with 86 children at a rural West African farm called Rainbow Town.

Filmed in the upcountry of Liberia, Rainbow Town welcomes you into their lives, revealing how they survived one of Africa’s bloodiest civil wars and how they cope as a family in its aftermath. Narrated by Ma Feeta, three of the children – Alice, Taylor, and Faith – and Liberia’s President Ellen Johnson-Sirleaf; the story unearths the price of war, while illustrating the strength of the human spirit.

This is the Rainbow Town Official Website, that was created to hold the project and help to create better opportunities for the children in Liberia. You can help by: hosting a screening, a photo gallery, an artwork exhibit, book a speaker, shop at the rainbow store (that has artworks made by the children too!) or give a scholarship! Watch the trailer at the end of this post!!

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[Tradução: Diogo Miranda]

Vítima da guerra, ela teve de fazer uma escolha; proteger as crianças órfãs forçosamente introduzidas à vida dela ou abandoná-las e ir em busca de sua própria família. Seu nome é Ma Feeta, e hoje ela vive com 86 crianças numa fazenda no oeste africano chamado Rainbow Town (Cidade Arco-íris).

Filmado no norte da Libéria, Rainbow Town dá-lhe boas vindas à vida deles, revelando como sobreviveram à uma das guerras civis mais sangrentas da África, e como eles lidaram com as consequências da guerra como uma família. Narrado por Ma Feeta, três das crianças – Alice, Taylor e Fatih – e o Presidente da Libéria Ellen Johnson-Sirleaf; a história revela o preço da guerra, enquanto ilustra a força do espírito humano.

Esse é o Website Official do Rainbow Town, que foi criado para manter o projeto e ajudar à criar oportunidades para as crianças da Libéria. Você pode ajudar: promovendo a projeção do filme e foto-galeria, expondo arte relacionada ao projeto, agendando um dos nossos palestrantes, comprando na Rainbow Store (que tem arte feita pelas crianças também!) ou patrocinando uma bolsa de estudos! Assista ao trailer abaixo!



Sunday, March 27, 2011

Call+Response [Ligue+Responda]

[Source: Call and Response]

CALL+RESPONSE is a first of its kind feature documentary film that reveals the world's 27 million dirtiest secrets: there are more slaves today than ever before in human history. CALL+RESPONSE goes deep undercover where slavery is thriving from the child brothels of Cambodia to the slave brick kilns of rural India to reveal that in 2009, Slave Traders made more money than Google, Nike and Starbucks combined.

There is a sea of change happening in human rights activism. The world's issues cannot be solved alone by governments and non-profits, but require community-based participation. As a feature film, CALL+RESPONSE has the unique position of being not only a ground-breaking genre-bending film, but also serves as a deft tool in the hands of 21st Century Abolitionists. We provide activists with tactile strategic online and mobile tools to fight slavery everyday. We believe this is a fight that must that is won with passion, innovation, and commitment.

Important info

Take ACTION!! : http://www.callandresponse.com/slavefree/

Watch the Trailer at the end of this post.

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[Tradução: Diogo Miranda]
 
CALL+RESPONSE (Ligue+Responda) é um documentário único em seu estilo, que revela os 27 milhões de segredos mais sujos do mundo: existem mais escravos hoje que em qualquer outro período da humanidade.

CALL+RESPONSE se infiltra onde a escravidão prospera às custas de bordéis infantis no Camboja e o trabalho escravo nos fornos de tijolos na área rural da Índia para revelar que em 2009, escravistas lucraram mais que a Google, a Nike e o Starbucks juntos.

Existe um oceano de mudanças acontecendo no ativismo pelos direitos humanos. Os problemas do mundo não podem ser solucionados apenas pelos governos e pelas entidades não-lucrativas, esta luta querer participação da comunidade. Sendo um filme especial, CALL+RESPONSE goza da posição única de não ser somente uma película que quebra paradigmas e mistura gêneros, mas que também serve como a ferramenta certa na mão dos Abolicionistas do século 21.

Nós fornecemos aos ativistas estratégias para ação online e ferramentas móveis para eu lutem contra a escravidão no dia-a-dia. Nós acreditamos que esta é uma luta que é ganha com paixão, inovação e comprometimento.

Informações importantes:



Assista o trailer do filme abaixo:

Tuesday, March 8, 2011

Help to prevent a genocide in Libia!!

[Source: Avaaz]

>> Em breve esta matéria será traduzida pro português!! <<
 
 In Libia, Colonel Qaddafi's armed forces are using machine guns and fighter jets against pro-democracy protesters -- hundreds have already been killed and, without immediate international action, the situation could spiral into a national bloodbath.

The United Nations Security Council and the European Union are in emergency sessions on Libya this week. If we can pressure them to agree to a no-fly zone over Libya, a freeze of Qaddafi's, his family's and his high command's assets, targeted sanctions against the regime, and international prosecution of any military officials involved in the crackdown -- this could stop airforce bombings and split Qaddafi's command structure.

Together, we've sent 450,000 emails to the UN Security Council, "overwhelming" the Council President and and helping to win targeted sanctions and a justice process for the Libyan people. Now, to stop the bloodshed, we need a massive outcry for a no-fly zone.

As Qaddafi's jets drop bombs on the Libyan people, the UN Security Council will decide in 48 hours whether to impose a no-fly zone to keep the government's warplanes on the ground.  If he can't dominate the air, he loses a key weapon in a war in which civilians are paying the heaviest price. But as long as his helicopter gunships and bombers are in the air, the death toll will rise. We have just 48 hours left -- let's hit 1 million messages to stop Qaddafi's deadly attacks before it's too late:

http://www.avaaz.org/en/libya_no_fly_zone_1/?vl


We have no time to lose! Click to send a message directly to all the UNSC delegations, EU Foreign Ministers and the High Representative for the EU to stop the violence and share this with everyone -- let's inundate them with messages and spur them to action!

Wednesday, February 16, 2011

Selling of Innocents [A Venda de Inocentes] by Ruchira Gupta

[Source: Apne Aap]

This HBO documentary (in 5 parts) exposes the trafficking in women and girls that occurs from Nepal to India. The video includes interviews with child prostitutes, a procurer and people who have sold relatives to be sex slaves. It tells the story of the people involved in the booming sex industry of the poor areas in Asia.

I found that there was a system to procure girls and carry them in trucks to the Indo-Nepal border and then in trains to brothels in Mumbai’s Kamatipura. I saw procurers on the prowl, parents selling their daughters, money changing hands and tin-roofs and radios in Nepali homes with daughters in Mumbai." Ruchira knew she had a story and rang up her friends to help find someone who would be interested in it.

Once the 40-day shooting schedule was over, Ruchira realized that she 'couldn't walk away'. To begin with she admitted the girl she bought in Katmandu, into a school. She then took her documentary to different forum to raise awareness on this global crime against women and girls. It was screened at the Stockholm World Congress on Sexual Exploitation of Children, UNICEF regional workshops, UNAIDS conference in Manila and UN in New York. The 47-minute film was made for the Canadian Broadcasting Corporation and she won an Emmy for Outstanding Investigative Journalism in 1997 for it.


The APNE AAP ORGANIZATION

Apne Aap mobilizes and mentors community based groups of trafficked and vulnerable girls and women to empower each other. The Centres provide the safe space and opportunities for legal, education and livelihood training to the groups of girls and women to develop the skills and abilities to resist traffickers. This strategy has a) empowered mothers to rescue their daughters and put them into schools breaking the cycle of caste-based intergenerational prostitution and b) empowered women to rescue each other by demanding access to the right to livelihoods other than prostitution, education and safe housing in their small group structures.

It brings out its own newspaper, Red Light Despatch, which is written by women and girls in prostitution for their sisters who are survivors and victims’. The women of Apne Aap want a world in which it is unacceptable to buy or sell another human being and to imagine an economy in which one does not force one to sell oneself. [Source: Apne Aap]
You can watch the documentary at the end of this post

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[Tradução: Diogo Miranda]

Este documentário da HBO, dividido em 5 partes, expõe o tráfico de mulheres e meninas que ocorrem do Nepal para a Índia. Este vídeo inclui entrevistas com crianças que se prostituem, um olheiro do tráfico e pessoas que já venderam parentes para serem escravas sexuais. Este documentário conta a história das pessoas envolvidas na indústria sexual nas áreas pobres da Ásia que cresce de forma exponencial.

“Eu descobri que existe um sistema que procura e carrega meninas em caminhões até a fronteira Indo-Nepalesa, despachando-as em trens para bordéis na Kamatipura (o maior e mais antigo bairro dedicado à prostituição) em Bombai. Vi olheiros perambulando, pais vendendo suas filhas, dinheiro passando por várias mãos e telhados de estanho e rádios em casas nepalesas com crianças em Bombai”. Ruchira sabia que ela tinha uma história para contar, e ligou para seus amigos para que eles lhe ajudassem a achar alguém interessado em escutá-la.

Depois dos 40 dias de gravação terem acabado, Ruchira percebeu que ela não poderia simplesmente ir embora. Começou matriculando a garota que comprara em Catmandu em uma escola. Depois disso, ela levou seu documentário à vários fóruns diferentes para chamar atenção à este crime global contra mulheres e crianças. Seu documentário foi exibido no Congresso Mundial de Exploração Sexual de Crianças (promovido em Estocolmo), em Workshops regionais da UNICEF, na Conferência da UNAIDS em Manila (capital das Filipinas) e na ONU em Nova Iorque. O documentário de 47 minutos foi feito para a Canadian Broadcasting Corporation (Corporação Canadense de Transmissão) e ela ganhou o Emmy de Jornalismo Investigativo Ilustre em 1997.


A Organização APNE AAP

Apne Aap mobiliza e orienta grupos comunitários de mulheres e crianças vulneráveis e traficadas para que deem forças umas às outras. Os Centros além de fornecem espaço seguro, capacitam estes grupos de mulheres e crianças para desenvolverem perícias e habilidade para resistirem ao tráfico, através de orientação jurídico, capacitações em educação e treinamentos sobre meios de vida. Esta estratégia faz com que a) mães fortalecidas salvem suas filhas as colocando em escolas quebrando o ciclo de prostituição recorrente pelas gerações estabelecido pelo sistema de castas e b) mulheres fortalecidas salvem umas as outras pela luta pelo direito de lutar por outros meios de vida que não sejam baseados na prostituição por educação e moradia segura na estrutura de suas pequenas comunidades.

Ele publica seu próprio jornal, o Red Light Despatch (O Despacho da Luz Vermelha), escrito por mulheres e crianças na prostituição para suas irmãs que são sobreviventes e vítimas. As mulheres da Apne Aap querem um mundo onde seja inaceitável a compra ou venda de outro ser humano e capaz de imaginar uma economia onde ninguém seja forçado à vender-se. [Fonte: Apne Aap]

Assista ao documentário abaixo:



Part I

Monday, February 7, 2011

Quoting Amy Smith [Citando Amy Smith]

"When we talk about the future we will create, one of the things I think is necessary is to have a clear vision of the world we live in. And now I don't really mean the world that WE live in. I mean the world where women spend 2 or 3 hours every day grading grain for their families to eat; I mean the world where advanced building materials are ciment roofing tiles that are made by hand and where when you work 10 hours a day you're still earning 60 dolars in a month; I mean a world where women and children spend 40 billion hours a year fetching water. [...]

It's a place where, for example, if this were India in this room (at TED's presentation) only 3 of us would have a car; if this were Afganistan only one person in this room would know how to use the internet; if this were Zambia 300 of you would be farmers, 100 of you would have AIDS and more the half of you would be living on less then a dolar a day.

THESE are the issues that we need to come up with solutions for. THESE are the issues that we need to train our engineers, our designers, our business people, our entrepreneurs to be facing. THESE are the solutions that we need to find. [...]"

[The talk can be seen HERE]

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[Tradução: Diogo Miranda]


"Quando nós falamos sobre o futuro que vamos criar, uma das coisas que eu penso que é necessário ter uma visão bastante clara do mundo em que vivemos hoje. E com isso, não quero dizer o mundo que NÓS vivemos. Me refiro ao mundo onde mulheres gastam duas ou três horas todo dia separando grãos para suas famílias comerem. Me refiro ao mundo onde materiais de construção de alta-tecnologia são telhas de cimento feitas à mão e onde você trabalha 10 horas por dia e ainda assim só ganha 60 dólares por mês. Me refiro à um mundo onde mulheres e crianças gastam 40 bilhões de horas por ano somente buscando água. [...]

É um lugar onde, por exemplo, se esse auditório fosse a Índia, somente 3 de nós teríamos um carro; se fosse o Afeganistão, somente uma pessoa saberia usar a internet; se fosse a Zambia, 300 de vocês seriam fazendeiros, 100 de vocês teriam AIDS e mais da metade de vocês viveriam com menos de um dólar por dia.

ESSES são os problemas que nós precisamos criar soluções. ESSES são os problemas que nossos engenheiros, designers, homens de negócios e empresários precisam enfrentar. ESSAS são as soluções que precisamos encontrar."

Tá na hora de recomeçar...

[A palestra pode ser vista AQUI]

Wasteland [Lixo Extraordinário]

Filmed over nearly three years, the WASTE LAND documentary follows renowned artist Vik Muniz as he journeys from his home base in Brooklyn to his native Brazil and the world's largest garbage dump, Jardim Gramacho, located on the outskirts of Rio de Janeiro. There he photographs an eclectic band of “catadores”—self-designated pickers of recyclable materials. Muniz’s initial objective was to “paint” the catadores with garbage. However, his collaboration with these inspiring characters as they recreate photographic images of themselves out of garbage reveals both the dignity and despair of the catadores as they begin to re-imagine their lives. Director Lucy Walker (DEVIL’S PLAYGROUND, BLINDSIGHT, COUNTDOWN TO ZERO) has great access to the entire process and, in the end, offers stirring evidence of the transformative power of art and the alchemy of the human spirit.

OFFICIAL SITE IN ENGLISH!

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[Tradução: Diogo Miranda]

Filmado ao longo de quase três anos (agosto de 2007 a maio de 2009), o documentário Lixo Extraordinário acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz e sua jornada do Brooklyn, onde mora, ao Brasil, seu país de origem. Em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro, ele fotografa um grupo eclético de catadores (auto-entitulados de catadores de materiais recicláveis), com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano.

Quem assistiu a abertura da novela Passione se deparou com o trabalho dessa união (do artista com os catadores)!

SITE OFICIAL EM PORTUGUÊS!

Sunday, February 6, 2011

One Dress at a Time...

This project shows how can one simple idea help the to change the world.

Three years ago, Rachel O'Neill started a project, "Little Dresses for Africa," in a church basement with five friends. Their initial plan was to sew 1,000 dresses using fabric from pillowcases and send them to needy girls. To date they've received and distributed more than 100,000 dresses, many of them much more intricately designed than the original pillowcase patterns they started with. And the dresses keep coming. [Source: NBC news]

Watch the VIDEO of this inspiring story!! And please leave us a comment with your thoughts about this kind of action.

Saturday, February 5, 2011

End the "Corrective Rapes" [Acabe com os "Estupros Corretivos"]

Millicent Gaika was bound, strangled, tortured and raped for five hours by a man who crowed that he was ‘curing’ her of her lesbianism. She barely survived, but she is not alone -- this vicious crime is recurrent in South Africa, where lesbians live in terror of attack. But no one has ever been convicted of 'corrective rape'.

Amazingly, from a tiny Cape Town safehouse a few brave activists are risking their lives to ensure that Millicent’s case sparks change. Their appeal to the Minister of Justice has exploded to over 140,000 signatures, forcing him to respond on national television. But the Minister has not yet answered their demands for action.

Let's shine a light on this horror from all corners of the world -- if enough of us join in to amplify and escalate this campaign, we can reach President Zuma, who is ultimately responsible to uphold constitutional rights. Let’s call on Zuma and the Minister of Justice to publicly condemn ‘corrective rape’, criminalise hate crimes, and ensure immediate enforcement, public education and protection for survivors. Sign the petition now and share it with everyone!

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A little bit of History
South Africa, often called the Rainbow Nation, is revered globally for its post-apartheid efforts to protect against discrimination. It was the first country to constitutionally protect citizens from discrimination based on sexuality. But in Cape Town alone, the local organization Luleki Sizwe has recorded more than one 'corrective rape' per day, and impunity reigns.

'Corrective rape' is based on the outrageous and utterly false notion that a lesbian woman can be raped to 'make her straight', but this heinous act is not even classified as a hate crime in South Africa. The victims are often black, poor, lesbian women, and profoundly marginalised. But even the 2008 gang rape and murder of Eudy Simelane, the national hero and former star of the South Africa women's national football team, did not turn the tide. And just last week Minister Radebe insisted that motive is irrelevant in crimes like 'corrective rape.'

South Africa is the rape capital of the world. A South African girl born today is more likely to be raped than she is to learn to read. Astoundingly, one quarter of South African girls are raped before turning 16. This has many roots: masculine entitlement (62 per cent of boys over 11 believe that forcing someone to have sex is not an act of violence), poverty, crammed settlements, unemployed and disenfranchised men, community acceptance -- and, for the few cases that are courageously reported to authorities, a dismal police response and lax sentencing.

This is ultimately a battle with poverty, patriarchy, and homophobia. Ending the tide of rape will require bold leadership and concerted action to spearhead transformative change in South Africa and across the continent. President Zuma is a a Zulu traditionalist, who has himself stood trial for rape. But he condemned the arrest of a gay couple in Malawi last year, and, after massive national and international civic pressure, South Africa finally approved a UN resolution opposing extra-judicial killing in relation to sexual orientation.

A case like Millicent’s makes it easy to lose hope. But when citizens come together with one voice, we can succeed in shifting fundamentally unjust, but deeply ingrained practices and norms. Last year, in Uganda, we succeeded in building such a massive wave of public pressure that the government was forced to shelve legislation that would have sentenced gay Ugandans to death. And it was global pressure in support of bold national activists that pushed South African leaders to address the AIDS crisis that was engulfing their country. Let’s join together now and speak out for a world where each and every human being can live without fear of abuse. [Source: Avaaz]

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Millicent Gaika foi atada, estrangulada, torturada e estuprada durante 5 horas por um homem que dizia estar “curando-a” do lesbianismo. Por pouco não sobrevive, mas infelizmente ela não é a única: este crime horrendo é recorrente na África do Sul, onde lésbicas vivem aterrorizadas com ameaças de ataques. O mais triste é que jamais alguém foi condenado por “estupro corretivo”.

De forma surpreendente, desde um abrigo secreto na Cidade do Cabo, algumas ativistas corajosas estão arriscando as suas vidas para garantir que o caso da Millicent sirva para suscitar mudanças. O apelo lançado ao Ministério da Justiça teve forte repercussão, ultrapassando 140.000 assinaturas e forçando-o a responder ao caso em rede nacional. Porém, o ministro ainda não respondeu às demandas por ações concretas.

Vamos expor este horror em todos os cantos do mundo -- se um grande número de pessoas aderirem para amplificar e escalar esta campanha,poderemos chegar ao Presidente Zuma, autoridade máxima na garantia dos direitos constitucionais. Vamos exigir de Zuma e do Ministro da Justiça que condenem publicamente o “estupro corretivo”, criminalizando crimes de homofobia e garantindo a implementação imediata de educação pública e proteção para os sobreviventes. Assine a petição agora e compartilhe!

Um pouco de História

A África do Sul, chamada de Nação Arco-Íris, é reverenciada globalmente pelos seus esforços pós-apartheid contra a discriminação. Ela foi o primeiro país a proteger constitucionalmente cidadãos da discriminação baseada na sexualidade. Entretanto, apenas na Cidade do Cabo, a ONG local Luleki Sizwe registrou mais de um “estupro corretivo” por dia e o predomínio da impunidade.

O “estupro corretivo” é baseado na noção absurda e falsa de que lésbicas podem ser estupradas para “se tornarem heterossexuais”. E este ato horrendo não é classificado como crime de discriminação na África do Sul. As vítimas geralmente são mulheres homossexuais, negras, pobres e profundamente marginalizadas. Até mesmo o estupro grupal e o assassinato da Eudy Simelane, heroína nacional e estrela da seleção feminina de futebol da África do Sul em 2008, não mudou a situação. Na semana passada, o Ministro Radebe insistiu que o motivo de crime é irrelevante em casos de “estupro corretivo”.

A África do Sul é a capital do estupro do mundo. Uma menina nascida na África do Sul tem mais chances de ser estuprada do que de aprender a ler. Surpreendentemente, um quarto das meninas sul-africanas são estupradas antes de completarem 16 anos. Este problema tem muitas raízes: machismo (62% dos meninos com mais de 11 anos acreditam que forçar alguém a fazer sexo não é um ato de violência), pobreza, ocupações massificadas, desemprego, homens marginalizados, indiferença da comunidade -- e mais do que tudo -- os poucos casos que são corajosamente denunciados às autoridades, acabam no descaso da polícia e na impunidade.

Esta é uma batalha da pobreza, machismo e homofobia. Acabar com a cultura do estupro requer uma liderança ousada e ações direcionadas, para assim trazer mudanças para a África do Sul e todo o continente. O Presidente Zuma é um tradicionalista Zulu, ele mesmo foi ao tribunal acusado de estupro. Porém, ele também condenou a prisão de um casal gay em Malawi no ano passado, e após uma pressão nacional e internacional forte, a África do Sul finalmente aprovou uma resolução da ONU que se opõe a assassinatos extrajudiciais relacionados a orientação sexual.

Em casos como o da Millicent, é fácil perder a esperança. Mas quando cidadãos se unem em uma única voz, nós podemos ter sucesso em mudar práticas e normas injustas, porém aceitas pela sociedade. No ano passado, na Uganda, nós tivemos sucesso em conseguir uma onda massiva de pressão popular sobre o governo, obrigando-o a engavetar uma proposta de lei que iria condenar à morte gays da Uganda. Foi a pressão global em solidariedade a ativistas nacionais corajosos que pressionaram os líderes da África do Sul a lidarem com a crise da AIDS que estava tomando o país. Vamos nos unir agora e defender um mundo onde cada ser humano poderá viver livre do medo do abuso e violência. [Fonte: Avaaz]

ASSINE A PETIÇÃO AGORA!

Global Issues [Problemas Globais]

Amazing video that shows how brilliant minds put together can make big changes in the world. Fumes from indoor cooking fires kill more than 2 million children a year in the developing world.

Amy Smith details an exciting and simple solution: a tool for turning farm waste into clean-burning charcoal.


ABOUT AMY SMITH
Mechanical engineer Amy Smith's approach to problem-solving in developing nations is refreshingly common-sense: Invent cheap, low-tech devices that use local resources, so communities can reproduce her efforts and ultimately help themselves. Smith, working with her students at MIT's D-Lab, has come up with several useful tools, including an incubator that stays warm without electricity, a simple grain mill, and a tool that converts farm waste into cleaner-burning charcoal.

The inventions have earned Smith three prestigious prizes: the B.F. Goodrich Collegiate Inventors Award, the MIT-Lemelson Prize, and a MacArthur "genius" grant. Her course, "Design for Developing Countries," is a pioneer in bringing humanitarian design into the curriculum of major institutions. Going forward, the former Peace Corps volunteer strives to do much more, bringing her inventiveness and boundless energy to bear on some of the world's most persistent problems. [Source: TED]

Watch her lecturing about lifesaving designs at the end of this post

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[Tradução: Diogo Miranda]

Vídeo impressionante que mostra como mentes brilhantes trabalhando em conjunto podem fazer grande diferença no mundo. A fumaça proveniente dos fogões a lenha matam mais de 2 milhões de crianças por ano dentro de suas casas, nos países em desenvolvimentos.
Amy Smith detalha uma empolgante e simples solução: uma ferramenta que transforma os descartes da fazenda em carvão vegetal inofensivo à saúde.

Sobre Amy Smith

A metodologia de resolução de problemas da engenheira mecânica Amy Smith nos países em desenvolvimento é repleta de bom-senso: inventar aparelhos baratos e simples, que utilizam-se de recursos locais, de modo que as comunidades possam reproduzir o produto e, por fim, se ajudem. Smith, trabalhando com seus estudantes no MIT D-Lab (Instituto de Tecnologia do Massachusetts, Laboratório D), já elaborou várias ferramentas úteis, incluindo uma incubadora que mantém o calor interno mesmo sem eletricidade, um moinho simples de grãos, e uma ferramenta que converte os descartes da fazenda em carvão vegetal inofensivo à saúde.
As invenções já renderam à Smith três prestigiosos prêmios : o B.F Goodrich Collegiate Inventors Award (Prêmio do Colegiado de Inventores B. F Goodrich), o MIT-Lemelson Prize (Prêmio MIT-Lemelson), e uma outorga MacArthur de gênio. Seu curso, Design para países em desenvolvimento, é pioneiro em trazer design humanitário para o currículo de grandes instituições. Mas isso não é o bastante. A antiga voluntária do Peace Corps (Corpo da Paz, agência federal estadunidense para ajudar países em desenvolvimento) empenha-se para fazer muito mais, trazendo seu potencial criativo e sua energia sem limites para trabalhar nos problemas mais persistentes do mundo. 

[Fonte: TED, Tradução: Diogo Miranda]

Veja abaixo Amy Smith falando sobre projetos capazes de salvar vidas. Clique em "View Subtitles" para escolher a legenda em português


Lifesaving Designs [Projetos que salvam vidas]

Amazing video that shows how brilliant minds put together can make big changes in the world. Fumes from indoor cooking fires kill more than 2 million children a year in the developing world.

Amy Smith details an exciting and simple solution: a tool for turning farm waste into clean-burning charcoal.


ABOUT AMY SMITH
Mechanical engineer Amy Smith's approach to problem-solving in developing nations is refreshingly common-sense: Invent cheap, low-tech devices that use local resources, so communities can reproduce her efforts and ultimately help themselves. Smith, working with her students at MIT's D-Lab, has come up with several useful tools, including an incubator that stays warm without electricity, a simple grain mill, and a tool that converts farm waste into cleaner-burning charcoal.

The inventions have earned Smith three prestigious prizes: the B.F. Goodrich Collegiate Inventors Award, the MIT-Lemelson Prize, and a MacArthur "genius" grant. Her course, "Design for Developing Countries," is a pioneer in bringing humanitarian design into the curriculum of major institutions. Going forward, the former Peace Corps volunteer strives to do much more, bringing her inventiveness and boundless energy to bear on some of the world's most persistent problems. [Source: TED]

Watch her lecturing about lifesaving designs at the end of this post

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Vídeo impressionante que mostra como mentes brilhantes trabalhando em conjunto podem fazer grande diferença no mundo. A fumaça proveniente dos fogões a lenha matam mais de 2 milhões de crianças por ano dentro de suas casas, nos países em desenvolvimentos.

Amy Smith detalha uma empolgante e simples solução: uma ferramenta que transforma os descartes da fazenda em carvão vegetal inofensivo à saúde.

Sobre Amy Smith

A metodologia de resolução de problemas da engenheira mecânica Amy Smith nos países em desenvolvimento é repleta de bom-senso: inventar aparelhos baratos e simples, que utilizam-se de recursos locais, de modo que as comunidades possam reproduzir o produto e, por fim, se ajudem. Smith, trabalhando com seus estudantes no MIT D-Lab (Instituto de Tecnologia do Massachusetts, Laboratório D), já elaborou várias ferramentas úteis, incluindo uma incubadora que mantém o calor interno mesmo sem eletricidade, um moinho simples de grãos, e uma ferramenta que converte os descartes da fazenda em carvão vegetal inofensivo à saúde.

As invenções já renderam à Smith três prestigiosos prêmios : o B.F Goodrich Collegiate Inventors Award (Prêmio do Colegiado de Inventores B. F Goodrich), o MIT-Lemelson Prize (Prêmio MIT-Lemelson), e uma outorga MacArthur de gênio. Seu curso, Design para países em desenvolvimento, é pioneiro em trazer design humanitário para o currículo de grandes instituições. Mas isso não é o bastante. A antiga voluntária do Peace Corps (Corpo da Paz, agência federal estadunidense para ajudar países em desenvolvimento) empenha-se para fazer muito mais, trazendo seu potencial criativo e sua energia sem limites para trabalhar nos problemas mais persistentes do mundo.

[Fonte: TED, Tradução: Diogo Miranda]

Veja abaixo Amy Smith falando sobre projetos capazes de salvar vidas. Clique em "View Subtitles" para escolher a legenda em português



Tuesday, January 18, 2011

TAKE ACTION NOW with Avaaz! [AJA AGORA com Avaaz!]

Meaning "voice" in several European, Middle Eastern and Asian languages, Avvaz launched in 2007 with a simple democratic mission: organize citizens of all nations to close the gap between the world we have and the world most people everywhere want.

It empowers millions of people from all walks of life to take action on pressing global, regional and national issues, from corruption and poverty to conflict and climate change. Our model of internet organising allows thousands of individual efforts, however small, to be rapidly combined into a powerful collective force. Read about results on the Highlights page.

The Avaaz community campaigns in 14 languages, has more then 6 million members and is served by a core team on 193 countries around the globe. We take action -- signing petitions, funding media campaigns and direct actions, emailing, calling and lobbying governments, and organizing "offline" protests and events -- to ensure that the views and values of the world's people inform the decisions that affect us all. [Source: Avaaz]


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Avaaz, que significa "voz" em várias línguas européias, do oriente médio e asiáticas, foi lançada em 2007 com uma simples missão democrática: mobilizar pessoas de todos os países para construir uma ponte entre o mundo em que vivemos e o mundo que a maioria das pessoas querem.

A Avaaz mobiliza milhões de pessoas de todo tipo para agirem em causas internacionais urgentes, desde pobreza global até os conflitos no Oriente Médio e mudanças climáticas. O nosso modelo de mobilização online permite que milhares de ações indivíduas, apesar de pequenas, possam ser combinadas em uma poderosa força coletiva. (Leia sobre os resultados na página dos Destaques de Campanha).

Operando em 14 línguas por uma equipe profissional em quatro continentes e voluntários de todo o planeta, a comunidade Avaaz se mobiliza assinando petições, financiando campanhas de anúncios, enviando emails e telefonando para governos, organizando protestos e eventos nas ruas, tudo isso para garantir que os valores e visões da sociedade civil global informem as decisões governamentais que afetam todos nós.

FAÇA PARTE!

[Tradução: Avaaz]

 
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